
Curso de Percussão
Felipe Elias Cordeiro completou o curso de Percussão na Bituca, Universidade de Música Popular, de agosto de 2018 a agosto de 2020, com realização do Ponto de Partida e patrocínio da Cemig pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura.




Eu sou o Lipe, percussionista nascido e criado no Alto Vera Cruz, e aqui está o meu eu verdadeiro, do menino que tocava tambor na escola ao músico que hoje leva o samba mineiro para os palcos do Brasil
Em 1994, Felipe era um menino tocando tambor na Escola Municipal Israel Pinheiro. Anos depois, voltou à mesma escola como oficineiro de percussão do Programa Escola Aberta — sábados das 10h às 12h, domingos das 14h às 16h. Começou voluntário, com 15 alunos. Um ano depois, eram mais de cem.
Alto Batuque é um projeto social e cultural nascido na comunidade do Alto Vera Cruz, em Belo Horizonte. Integrado a iniciativas como o programa Fica Vivo! e o Centro de Integração e Apoio ao Menor (Ciame), usa oficinas de percussão e ritmos afro-brasileiros como ferramenta de inclusão social, cidadania e fortalecimento escolar para crianças e jovens.

“Comecei com 15 alunos. Hoje, mais de cem fazem parte da turma. Todos ficaram mais aplicados na escola e disciplinados na vida.”
“Achava que a vida não ia dar em nada, mas agora quero o melhor para mim. Estou 100% melhor, tanto na vida familiar quanto na escola.”
— Glaysson Pereira, 19 anos, aluno da batucadaGrupo de senhoras do Alto Vera Cruz, com idades entre 50 e 80 anos, que canta cirandas e cantigas de roda. Fundado por Valdete Cordeiro, é parceiro de longa data de Felipe Cordeiro, que dividiu o palco com elas em espetáculos, festivais e no lançamento do DVD do grupo.
No lançamento do DVD das Meninas de Sinhá, no Teatro Bradesco, Lipe esteve em cena ao lado do coral do Alto Vera Cruz, com participações de Flávio Renegado, Rubinho do Vale e Gal Duvale.
Antes disso, o Trio Senzala de Felipe e as Meninas de Sinhá já estavam juntos no Manifesto 1º Passo, ao lado do NUC e do Capoeirarte, e no espetáculo Chico Rei, no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana.
Fundado e coordenado por Valdete Cordeiro, líder comunitária do Alto Vera Cruz
Meninas de Sinhá · Alto Vera Cruz · Belo HorizontePercussionista, Felipe formou o Trio Senzala ao lado de Rafael Dias e Farley Lino. O trio integrou o Manifesto 1º Passo com o NUC e os berimbaus do Capoeirarte e dividiu o palco com Jair Rodrigues.
Com o grupo de dança Calanga, Lipe levou a percussão brasileira à Colômbia e tocou ao lado de músicos de lá
Lipe na percussão do Samba da Quadra, na Cidade Jardim, com Toninho Geraes
Palco e bastidores ao lado de Vanderli
Lipe Cordeiro na percussão da cantora e compositora mineira Giselle Couto, do DVD ao palco.
Lipe Cordeiro na percussão da sambista Júlia Rocha, em duas vertentes: a roda do Samba da Jú e o palco do Festival Novas Trilhas.
Arranjo, direção musical e percussão de Lipe Cordeiro nas rodas de pagode de Raquel Moreira, da rua ao palco.
Lipe Cordeiro na percussão do Grupo Deixa Falar, na roda que virou festa verde e amarela.
Lipe Cordeiro na percussão ao lado de Roberta Sá e da orquestra no Mano Convida.
Direção, produção e arranjos de Felipe Cordeiro nas rodas do Nosso Caldeirão, com Thiago Testa e Família Macabu.
Lipe Cordeiro na percussão da gravação do DVD Reincidência, de Mannda Lym.
Lipe Cordeiro na percussão de Rafa Dias, ao vivo no Sonastério.
Uma década de estudo ao lado da prática: mediação de conflitos, segurança pública como direito social, educação social e cultura. Educador social do Ciame Flamengo e oficineiro do Fica Vivo!, Felipe também foi palestrante para adolescentes trabalhadores na AGE e Assprom.

Felipe Elias Cordeiro completou o curso de Percussão na Bituca, Universidade de Música Popular, de agosto de 2018 a agosto de 2020, com realização do Ponto de Partida e patrocínio da Cemig pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura.



Faixas gravadas com Lipe Cordeiro na percussão